Duarte Cabral de Meneses

Duarte Cabral de Meneses ganha a vida enfeitando. É contratado para que uma festa ou uma estância de águas pareçam mais distintas: um homem muito alto, de dois sobrenomes — um herdado do pai, que vendeu peixe em Setúbal, e outro que ele mesmo se deu —, que conversa sobre bobagens com todo mundo.

É justamente por isso que lhe contam coisas. Duarte sabe que as pessoas se cuidam quando depõem, mas não quando conversam, e que no que se diz sem dar importância é onde ninguém mente.

Casos publicados, na ordem sugerida

  • Caso 1

    O que se diz sem medo

    • mistério
    • 40 min
    Grátis

    Um fotógrafo escreve a Duarte Cabral de Meneses para lhe contar uma coisa e pede que espere até o dia seguinte. Naquela manhã o encontram morto numa cabine do balneário, com o banho que a ficha dele pedia. Duarte fica os oito dias que lhe pagaram…

  • Caso 2

    Ninguém se engana em fila

    • mistério
    • 69 min
    Grátis

    Na noite do baile da feira, sete peças de prata desaparecem de uma vitrine trancada com duas chaves, e no dia seguinte o sargento tem catorze depoimentos que se contradizem sem que ninguém minta. Duarte Cabral de Meneses foi contratado apenas para…

Como ler os casos

Cada caso se resolve sozinho, então a ordem é uma sugestão: a de publicação. O que eles têm em comum é o método — ouvir muito e perguntar pouco — e um personagem que se diverte sendo subestimado.

Sem spoilers

Esta página não adianta nada que as sinopses não contem. O que Duarte descobre, descobre dentro de cada história.